Cisne Negro Cia de Dança & Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz

  • 20:00
  • THEATRO DA PAZ - Rua da Paz, s/n - Centro, Belém - PA, 66017-210




Cisne Negro Cia de Dança

Direção artística: Hulda Bittencourt e Dany Bittencourt

Regente: Fuad Ibrahimov, Azerbaijão

REVOADA4.web

Cisne Negro Cia de Dança, divulgação

Um história dedicada à dança

A Cisne Negro Cia de Dança, sob a Direção Artística de Hulda Bittencourt e Dany Bittencourt, completa neste ano de 2017 40 anos de existência olhando para o futuro, sempre pronta para levar a sua inovadora dança aos quatro cantos do planeta!

Traços marcantes: diversidade e inovação sempre! Sua trajetória detém alguns dados marcantes: um público superior a 2,5 milhões de pessoas em aproximadamente 17 diferentes países e 400 cidades num total de cerca de 4.000 apresentações com uma média de 100 apresentações ao ano.

Considerada uma das melhores companhias contemporâneas do país, a Cisne Negro Cia. de Dança acredita que a cultura é uma ferramenta de transformação social, alimento de esperança e sonho de muitas pessoas. Dentro de seu repertório a Cisne Negro possui obras sócio-educativas, como: “Vem Dançar” – a história da dança através dos tempos, “Don Quixote e Sancho Pança, Viajando pela Dança”, uma viagem pelas danças tradicionais brasileiras e “Baobá”, obra baseada na história de “O Pequeno Príncipe” sobre a sustentabilidade do planeta.

Os trabalhos da companhia se inserem dentro do panorama contemporâneo da dança ocidental, e conseqüentemente trabalha com coreógrafos inovadores e jovens. Seus trabalhos foram apresentados nas principais cidades do Brasil e, em inúmeros palcos de prestígio mundo afora. Com uma visão eclética, a Cisne Negro Cia. de Dança participa de eventos diversificados: em 2016 fez parte da turnê internacional do tenor italiano Andréa Bocelli, nas cidades de São Paulo e Curitiba, com coreografia de Dany Bittencourt.

Ciente de sua responsabilidade social, a Cisne Negro Cia de Dança tem participado de inúmeros projetos sociais de arte-educação ao longo de sua trajetória, com o intuito de provocar TRANSFORMAÇÃO através da ARTE E DA DANÇA.

 

Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz

Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz, divulgação

Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz

A Orquestra Sinfônica do Theatro da Paz foi criada em 1996, numa iniciativa da Secretaria Executiva de Cultura (SECULT) com a parceria da Fundação Carlos Gomes. Os maestros Andi Pereira (RS), Barry Ford (EUA), Mateus Araujo (SP) e Enaldo Oliveira (PA) foram seus titulares. Atualmente, a OSTP tem no maestro paraense Miguel Campos Neto seu regente titular. Estiveram à frente da OSTP, como convidados, renomados maestros como Patrick Shelley, Roberto Duarte, João Carlos Martins, Luis Fernando Malheiro, Silvio Viegas, Abel Rocha, Flávio Florence e Carlos Moreno, dentre muitos outros. Como solistas atuaram com a orquestra Arnaldo Cohen, Arthur Moreira Lima, Miguel Proença, Emmanuele Baldini, Antonio Del Claro, Adriane Queiroz e Atalla Ayan. Em 1999, gravou o CD “Arthur Moreira Lima interpreta Waldemar Henrique”, destacando três compositores locais: Serguei Firsanov, Tynnôko Costa e Luiz Pardal.

Integrada à vida cultural de Belém, a OSTP realiza concertos mensais no Theatro da Paz, participa do Festival Internacional de Música da Fundação Carlos Gomes e do Festival de Ópera do Theatro da Paz, tendo executado dentre outros títulos Macbeth, Rigoletto e La Traviata de Verdi, A Viúva Alegre de Lehár, Pagliacci de Leoncavallo, A Flauta Mágica de Mozart, Carmen de Bizet, Romeu e Julieta de Gounod, O Barbeiro de Sevilha de Rossini, Madamma Butterfly, Gianni Schicchi, La Bohème e Tosca de Puccini e Il Guarany de Carlos Gomes. Os oratórios Magnificat de J. S. Bach e Stabat Mater de Rossini, a 5ª Sinfonia de Shostakovich, além de A Floresta do Amazonas e o Choros nº 10 de Villa Lobos estão entre as grandes performances da OSTP, que teve na realização do ciclo integral das nove sinfonias de Ludwig van Beethoven, em 2006, um dos pontos altos em sua trajetória. Em 2005, iniciou o processo de descentralização de suas atividades, por meio do projeto “Pará Sinfônico – A Orquestra nos Municípios”, tendo se apresentado em Castanhal, Santarém, Vigia, Tucuruí e Capanema, dentre outras cidades.

Em 2008, gravou o seu primeiro DVD, registro de uma das melhores fases de seu amadurecimento artístico. Atualmente celebra 20 anos de importante colaboração artística no cenário orquestral brasileiro.

 

Fuad-Ibrahimov

Fuad Ibrahimov, divulgação

Regente: Fuad Ibrahimov

Nascido em 1982 em Shusha (Azerbaijão), Fuad Ibrahimov começou seus estudos musicais aos 12 anos (1994) na Academia de Música de Baku, no Azerbaijão com o Prof. Tofig Aslanov. Com apenas 15 anos de idade, em 1997, foi aceito como violista na Orquestra Sinfônica do Estado do Azerbaijão onde trabalhou até 2002. Em 1998, juntou-se a classe de violas do professor Mehdiyev na Baku Music Academy e, simultaneamente, se matriculou na Academia de Música de Colônia na Alemanha na classe do Prof. Rainer Moog. Ibrahimov recebeu bolsa de estudos da Fundação “Amigos da Cultura do Azerbaijão”, e realizou inúmeros concertos em cidades alemãs sob os auspícios da Fundação de Caridade Yehudi Menuhin. Recebeu ainda o Prêmio Berlioz na França. Em 2006, Ibrahimov iniciou seus estudos de regência na Academia de Música de Colônia e em 2010, recebeu o prêmio especial do DAAD, concedido a estudantes estrangeiros especialmente talentosos. Em sua carreira jovem como maestro, Fuad Ibrahimov regeu inúmeras orquestras de renome internacional tais como a Royal Philharmonic Orchestra (Inglaterra), Orquestra Sinfônica de Mulhouse (França), Filarmônica Checa do Norte, Orquestra Sinfônica de Leipzig e Orquestra de Câmara de Viena dentre muitas outras. Em 2012, assumiu a sua primeira produção de ópera independente com a Orquestra de Gürzenich (Alemanha) na Ópera de Colónia. Em 2013, recebeu bolsa de estudos especial do presidente da República do Azerbaijão. Desde novembro de 2014 Ibrahimov é Maestro Titular da Orquestra Sinfônica do Estado do Azerbaijão, Principal Maestro da Nova Filarmônica de Munique e da Orquestra de Câmara de Baku. A participação no Festival Música Na Estrada em Belém marca sua primeira aparição no Brasil.

 

 

Programa

REVOADA (2007)

Coreografia e Figurinos: Gigi Caciuleanu, França

Assistente de Coreografia: Dany Bittencourt

Música: Igor Stravinsky (1882-1971)

Projeto de Luz: Raquel Balekian

Concepção de Cenografia: Gigi Caciuleanu e Raquel Balekian

Execução de cenografia: Camarim Artigos para Dança

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ENIGMAS (2017)

Música: Edward Elgar “Variações de Enigma”

Coreografia: Dany Bittencourt

Assistente de Coreografia: Patrícia Alquezar

Desenho de Luz: Cristiano Paes

Figurinos: Fábio Namatame

 


 

Apresentações