Petrushka, balé em 4 cenas com música de Igor Stravinsky

  • 20:00
  • TEATRO AMAZONAS - Av. Eduardo Ribeiro, Centro, Manaus - AM




Petrushka, balé em 4 cenas com música de Igor Stravinsky

Concepção, coreografia e direção artística: Luiz Fernando Bongiovanni

Corpo de Dança do Amazonas, direção: Getúlio Lima

Balé Experimental do Corpo de Dança do Amazonas, direção: Monique Andrade

Amazonas Filarmônica, regência: Marcelo de Jesus

 

petrushka

Petruska, divulgação

Pretushka, uma história de amor e inveja

Petrushka é originalmente um balé burlesco em quatro atos, cuja música foi composta por Stravinsky e coreografado por Michel Fokine entre 1910 e 11. A obra foi montada pela primeira vez em Paris  em 1911. A história é sobre um fantoche tradicional russo, Petrushka, feito de palha e um saco de serragem como corpo. Trata-se de uma história de amor e inveja de três bonecos que ganham vida. Petrouchka ama uma bailarina, que o rejeita pois prefere o Mouro. Petrouchka fica furioso e magoado e desafia o Mouro. No duelo, o Mouro acaba matando Petrouchka, cujo fantasma se levanta sobre o teatro de bonecos quando a noite cai. É um dos balés mais populares da Rússia.

 

Luiz-Fernando-Bongiovanni.web.01

Concepção, coreografia, direção artística: Luiz Fernando Bongiovanni

Luiz Fernando Bongiovanni  como bailarino, atuou em renomadas companhias internacionais como Cullberg Ballet,  Ballet da Ópera de Gotemburgo, Scapino Ballet Rotterdam, Ballet da Ópera de Zurique e Balé da Cidade de São Paulo. Desde que voltou ao Brasil em 2004, Bongiovanni trabalhou na coordenação de projetos culturais bem como na execução de Oficinas de Improvisação e Composição com entidades diversas.  Como coreógrafo esteve à frente de renomadas companhias que incluem o Balé da Cidade de São Paulo, o Balé do Teatro Guaíra, o Balé do Teatro Castro Alves, o Balé da Cidade de Niterói e o Corpo de Baile Jovem do Teatro Municipal. Coordenou a Residência Coreográfica da Oficina Cultural Oswald de Andrade, realizou Oficinas de Improvisação e Composição no Centro Cultural São Paulo, na Escola Municipal de Bailado e no Centro Cultural da Juventude. Foi ainda o coordenador de Improvisação do evento Corpos Distintos, apresentações que finalizaram o Espaço Aberto (1˚ e 2˚ edições) do Balé da Cidade de São Paulo, com bailarinos da casa e convidados. Recebeu o prêmio “Braços e Pernas pela Cidade” do Centro Cultural São Paulo, com o solo Na BagagemAtuou como bailarino, coreógrafo, professor e assistente no Balé da Cidade de São Paulo. Foi ainda Diretor Assistente do Balé da Cidade de São Paulo. Nessa posição, auxiliou na curadoria, gestão de projetos e gestão pessoal, desenvolvimento do programa didático que o Balé desenvolveu junto aos CEUs, além da coordenação na produção dos trabalhos do BCSP junto ao Teatro Municipal e Secretaria Municipal de Cultura. Exerceu a função de coreógrafo de Mundo Líquido com o Bolshoi do Brasil, inspirado nos escritos de Zigmunt Bauman.

 

corpo-de-danca-do-amazonas-08

Corpo de Dança do Amazonas, divulgação

Corpo de Dança do Amazonas, direção: Getúlio Lima

O Corpo de Dança do Amazonas (CDA) foi criado em 1998 pelo Governo do Estado do Amazonas, através da Secretaria de Cultura, para compor os Corpos Artísticos do Teatro Amazonas. A companhia mantém desde então uma programação artística com repertório diverso, tendo como objetivo apresentar a variada cultura local por meio da pluralidade da dança contemporânea. Para isso tem realizado criações com a colaboração de artistas convidados do Brasil e do exterior.

O CDA é referência em dança contemporânea no estado. Atualmente, o grupo está entre as grandes companhias de dança do Brasil, pela qualidade técnica e artística que sempre apresenta em seus trabalhos. Em seu repertório o grupo contém mais de 50 obras de diversos coreógrafos brasileiros e estrangeiros.

Através de suas ações visa a difusão da dança contemporânea, o aprimoramento técnico e artístico, a pesquisa, o desenvolvimento de projetos artístico-culturais e a formação de um público crítico, que receba em cada apresentação a qualidade, a energia e a paixão que a companhia tem no seu jeito de dançar.

Desde sua criação, as direções artísticas que passaram pelo CDA procuraram realizar intercâmbios com artistas, professores e coreógrafos convidados. Esse processo de troca de experiências proporciona ao artista refletir sobre ser, estar e agir no mundo, construindo e reconstruindo suas concepções artísticas e sua atuação na sociedade. Desde o ano passado, o comando deste Corpo que dança está nas mãos, nos pés e na cabeça de Getúlio Lima, que já havia dividido a direção artística com Monique Andrade de 2007 a 2014.

A urgência em que vivemos atualmente, resultado do mundo globalizado, nos proporciona conhecer outras culturas por intermédio das novas tecnologias de informação e comunicação. Dessa forma, entende que hoje se faz necessário uma companhia de dança em que seus integrantes possam desenvolver múltiplas funções, pautadas na linguagem direta com a comunidade, com prática de montagem e adaptações locais para que possa desenvolver uma planilha de difusão com ações que ofereçam espetáculos em todos os espaços possíveis de atuação (teatros, praças, ginásios, quadras de esporte, instituições, auditórios), além de atividades educativas, de atividades de fomento, produção, discussão e reflexão da arte da dança.

 

amazonas-filarmonica-barbara-umbra-11

Amazonas Filarmônica, divulgação

Amazonas Filarmônica, regência: Marcelo de Jesus

Setenta e cinco músicos de diversas nacionalidades formam atualmente a Amazonas Filarmônica, reconhecida como uma das principais e mais atuantes orquestras brasileiras. Com direção artística e regência titular de Luiz Fernando Malheiro, o repertório da Amazonas Filarmônica é extremamente amplo e variado, abrangendo todos os períodos da história da música e seus mais diversos compositores.

“O protagonismo da orquestra, sua capacidade narrativa, os naipes coesos e maleáveis, os timbres cuidados e o equilíbrio sonoro fazem da Amazonas Filarmônica, senão a melhor, seguramente uma das melhores orquestras de ópera do país”, afirma Nelson Rubens Kunze, Revista Concerto, edição de 29 de Maio de 2014.

Criada em setembro de 1997 pelo Governo do Estado do Amazonas, a orquestra é o principal corpo artístico da Secretaria de Estado de Cultura e do Teatro Amazonas. Há 10 anos, a Amazonas Filarmônica é protagonista da “Série Guaraná”, série de concertos semanais nos quais já se apresentou com incontáveis solistas e maestros convidados, vários deles de renome internacional.

Também como atuante principal durante o Festival Amazonas de Ópera, que se realiza anualmente entre abril e junho, a orquestra é consagrada pela execução mais abrangente do repertório operístico dentre todas as orquestras brasileiras. São mais de 60 montagens em 18 anos deste festival, no qual destacam-se a legendária première brasileira do ciclo integral do “Anel do Nibelungo” (R.Wagner), “Lady Macbeth de Mtzensk” (D.Shostakovich), “Lulu” (A.Berg), “Tristão e Isolda”, e “Parsifal” (ambas de R.Wagner); todas montagens premiadas e aclamadas pela crítica especializada internacional.

 

Programa

Pyotr Ilyich Tchaikovsky (1840-1893)

Seleção da Suíte “O Quebra-Nozes”, op. 71a (1892

Dança da Fada Açucarada

Dança Russa

Dança Chinesa

Dança das Flautas de Bambu

Valsa das Flores

Igor Stravinsky (1882-1971)

“Petrushka” – Balé completo em 4 cenas, versão de 1947

 


 

 

Apresentações